Space Guide #4 | O ataque diabólico.

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Hey Pinguins!

Nesse capítulo, Lamusta, Bonnort e Bills foram atacados por um monstro daquele planeta. Eles estão mais perto do quê imaginam do cristal, mas acabou acontecendo um imprevisto, na luta um membro foi ferido e sequestrado por um deus selvagem. Confira:












Lá estavam três pinguins sendo levados até dentro da base militar principal.

- Droga! - Falou Bonnort. -

Bills parecia estar voltando a si, mas ele não parecia normal.. Parece que ele vai...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH....

Esse grito do Bills assustou até o guarda mais corajoso.
Coisa muito ruim, pois começou um tiroteio e Bills e seus amigos tiveram de se abaixar para não se machucarem.

- Corram! - Falou Lamusta. -

Bom, agora que Bills voltou ao seu estado normal, vamos voltar à narrativa personagem, não?

Fugimos abaixados para trás de uma rocha vermelha e grande. A rocha se movimentava.. Como se respirasse.

- Que bom que escapamos, mas de quê? - Perguntei, estava muito confuso. -

- Ah sim, fugimos de um batalhão do exercito desse planeta. Tudo por sua culpa. - Respondeu Bonnort. -

- Minha culpa? - Indaguei. -

- Sim, você soltou um grito tão alto, que causou pânico e um tiroteio entre as tropas. No final eles correram. - Respondeu Bonnort. -

- Mas eu não me lembro de nada. - Falei.

 - Claro que não, você ficou burro por um tempo. - Falou Bonnort.

A rocha cujo estávamos se mexeu.. Mas rochas não devem se mexer, tem algo de errado nisso.
Passou-se alguns segundos, e a mesma se mexeu novamente.

- Estão vendo? A rocha está se mexendo. - Falou Lamusta. -

- Sim, não acha que.. - A rocha se levantou. - Corram!

Sabe, essa cena foi tipo em câmera lenta. Um monstro gigante, que eu achava que era uma pedra, se levanta e solta um rugido muito alto. Tá, isso assustou um pouco.

SGRRRRRRR

O monstro solta outro rugido. Um pouco não.. Isso assustou demais!
Cara, eu não entendo. Tudo de ruim sempre acontece comigo, só comigo. Eu não aguento isso, já é a milésima vez que isso me acontece, não sei o quê faço, sério.

- Cuidado! - Falou Bonnort. -

O monstro começa a soltar veneno pela sua boca, e enquanto isso, continua a me perseguir.
As pedras no caminho não ajudaram nada, eram pedras em todo lugar que eu pisava, corria em zigue-zague para não me acertarem, e ao mesmo tempo tento desviar das pedras no caminho.

O monstro continuava a cuspir seus venenos, enquanto isso corre atrás de nós. Não tínhamos nenhuma chance contra ele. O único modo era lutar. O professor Lamusta deu algumas armas para nós, aliás, eram armas de alto alcance, e de um dano letal e se usada de modo errado, você pode causar ferimentos sérios em você mesmo, ou nos seus aliados. Adivinha o quê eu fiz? O mais óbvio!

- Atirem nele! - Gritei. -

Saquei minha arma. Ela era de longo alcance, minha função seria de francoatirador. As armas eram surpreendentes, eram de alta tecnologia, e tudo que se pode ser em uma arma com toda a tecnologia do mundo.. Mundo não, universo!

O monstro percebendo o perigo, chamou amiguinhos. Pareciam abelhas gigantes, com cabeça de rinoceronte. Uma delas vieram até mim.
Lembro que minha primeira vez que utilizei uma arma com uma tecnologia alienígena foi hoje. A abelhonte (apelido que dei para ela) voou para cima de mim. Primeiramente eu entrei em desespero e falei algumas palavras misturada com gritos, e depois (de quase atirar em mim mesmo) de achar a posição certa para atirar, eu apertei o gatilho - mental e atirei nela. A abelhonte explodiu deixando apenas um chifre-ferrão.

- Cuidado! - Gritou Lamusta. -

Pulamos para longe do chifre, e logo em seguida ele explodiu. Após isso, Lamusta fez algo que surpreendeu a todos nós. A espada dele era de baixo alcance, e com isso ele teve de ir para perto do monstro. Ele ativou seu sabre verde, e pulou em direção ao monstro, começou a golpear-lo com a espada, tudo isso em fração de segundos. Mas aí aconteceu o pior com o Lamusta, o veneno acertou seu corpo em cheio, e após isso, vimos o Lamusta caindo em "câmera lenta" em direção ao solo daquele planeta.

- Droga! Bonnort, faça algo! - Falei. -

E até que Bonnort fez, ele acionou um botão de seu relógio, e se teletransportou para o local exato em que Lamusta ia cair. Bonnort segurou ele, e após isso voltou para o mesmo local que ele estava à 1 segundo atrás.

- Uau! - Falei de bico caído. ( Coisa que me fez lembrar daquela situação em que perdi meu bico). -

- É, gostei desse brinquedinho. - Riu. -

- Va.. Valeu. - Lamusta tinha um ferimento terrível em seu braço, com certeza o veneno tinha penetrado lá, mas resolvemos não falar, deixamos ele descansar, mas isso foi após várias negações dele.

Tá, mas agora o maior problema, o monstro continuava vivo, logo fomos combate-lo. Acho que deu um pouquinho errado.

- Quando eu disser três, você se teletransporta para lá, e eu começo a atirar rapidamente. - Falei. - Um.. Dois.. TRÊS!

Vi Bonnort se teletransportando para lá e começando a atirar algo que parecia cartas lasers. E essa imagem me bateu uma idiotice. Soltei uma risada do nada, e esqueci de atirar. O monstro ficou irritado e soltou um grande rugido, nada bom, é sério. Esse rugido assustou as Abelhontes, e com isso elas explodiram no ar. Comecei a atirar desesperadamente, e por pouco não acertei o Bonnort. Atirei várias e várias vezes no monstro até que ele começou a recuar. O liquido verde brilhante da minha arma estava quase acabando, mas ele iria morrer logo. Errado, passou um tempo a munição acabou e joguei minha arma nele, não sabia o quê fazer, então comecei a recolher os chifres do chão, e jogar nele. Acho que deu certo, por quê logo ele soltou outro rugido e sumiu em vapor azul.

- Ufa! Cadê o Lamusta? - Perguntei. -

- Não sei. Lamusta! - Gritou o nome dele. -

Então, em vez de uma resposta, ouvi um grunhido de porco, misturada a uma risada estranha. Então logo vi um porco voador que saíra voando com o Lamusta em um tipo de rede, essa rede ficava nas patas dele, penduradas.

- Alchemist! O deus selvagem! - Falou Bonnort. -

- Vamos correr atrás dele? - Falei. -

- Não, melhor não, o dia está se pondo, vamos arranjar abrigo, e amanhã vamos retornar e salva-lo.

E realmente, o céu estava vermelho-escuro, acho que aquilo era a noite para os habitantes daquele local. Sabe, esse dia foi muito legal, simplesmente temos um Lamusta ferido e sequestrado por um deus selvagem. E também fomos atacados por um dragão - cobra gigante. Ótimo dia.. - Pensei, em tom sarcástico. -

Continua...

Bom pinguins, esse foi mais um Space Guide! Comentem o quê esperam do próximo capítulo, até mais!

Sleep