Space Guide #5 | O cristal da natureza.

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Olá pinguins!

Nesse capítulo, algo acontecerá, algo ruim. Bonnort e Bills lutaram contra um exercito, e conquistara seu primeiro passo, o cristal da natureza! Clique em "continue a ler o artigo" para ler o capítulo completo.






- Uh balagan! Uh Uh! Balagan! -

Já era de manhã, previ pelo céu azul. Mas pera, que céu azul? Estávamos em uma barraca! E que sons foi esse? Abri meus olhos e vi que já não estava onde dormimos, estávamos em um local estranho, em um tipo de mesa de madeira, abaixo das mesas estavam criaturas estranhas pulando e nos segurando. Bonnort estava em pé com a arma sem combustível em sua mão.

- Eu vou atirar! - Ameaçou Bonnort. - Olha que eu tenho coragem!

- Uh Uh balangan! - Falou as criaturas. -

Aquelas criaturas eram a coisa mais estranha que já vi. Eram criaturas feitas de madeira, minúsculas, com olhinhos pequenos e ameaçadores. Eram fofinhos, se não tivessem com lanças nas mãos.

- Bonnort, o quê é isso? - Falei. -

- São os Zumblions, habitantes dessas terras, defensoras da natureza. - Respondeu. -

- E o quê estão falando? - Perguntei. -

- Estão falando que vão nos jogar no vulcão. Em oferenda à natureza. - Respondeu em tom de pânico. -

Ah, super legal, ser jogado num vulcão, não deve doer nadinha. - Falei sarcasticamente. - O que vamos fazer?

- Lá fica o cristal da natureza, é no templo do senhor da natureza. Foi para lá onde Lamusta foi levado, e será lá onde iremos. Vamos deixar eles nós levarem, e após isso lutamos.

A caminhada até o templo da natureza foi bem ruim. Essas criaturas nos cutucavam com suas lanças pontudas e afiadas. A cada 1 minuto era cinco cutucões. Durante o caminho, o planeta ia ficando cada vez mais verde, roxo e laranja. As "árvores" iam aumentando o tamanho, e o vulcão-templo estava cada vez mais perto. Lembrei que antes do Lamusta ter sido sequestrado, ele tinha me dado uma bolinha minúscula e brilhante, e falou para apertar no botão quando fosse preciso. Ele tinha também dado uma arma reserva a mim e ao Bonnort, mas era para usar apenas em situações de perigo. Acho que em nossa batalha será uma situação de perigo.

- Uba Balangá! - Falou a criaturinha que guiava o grupo. -

- Chegamos! - Gritou Bonnort. -

- O quê fazemos? - Perguntei. -

- Deixa eles nos levarem até a parte de dentro do templo, e pulamos.

Entramos no templo, e lá vi uma coisa que me surpreendeu, Lamusta estava em uma "gaiola" segurada por uma corrente, a corrente ia descendo um pouco a cada minuto. Já estava bem próximo à.. Próxima à folha? Não era um vulcão? O fato era que no buraco onde deveria estar lava, tinha folhas e flores.

- Pessoal, me salvem! Essas flores e folhas estão impregnadas de magia. No momento que eu tocar nisso, eu vou virar pó! Me salvem!

Ah, agora sim está explicado.

- Bonnort, vamos começar o show?! - Gritei. -

Saquei minha arma que logo se transformou em uma metralhadora a laser. A arma de Bonnort na verdade era um upgrade da arma original, agora ele conseguia atirar várias vezes sem precisar de munição, coisa que achei bem legal.

Começamos a atirar em tudo que víamos, as criaturinhas logo se transformavam em flores que se topar nelas, queimava a região. Algumas criaturas começaram a atirar as lanças, uma delas acertou meu braço em cheio, mas acho que não afetou em nada. Continuamos a atirar até que o chão começou a tremer.
Várias estátuas com uma espada e escudo vieram. As criaturinhas fugiram e suas lanças se transformaram em um cajado. Ficaram atrás das estatuas atirando magia em nós.

Transformei minha arma em espada, e comecei a golpear tudo que eu via pela frente. Destruía um, arrancava a cabeça de outro, coisa normal, sabe?
Destruí tudo, coisa que não estava acostumado a fazer, mas temos que desapegar. Novamente o chão tremeu, mas não era contínuo, era como uma coisa gigante tentasse voar, e caísse. O porco!

- Scrr! Vocês desafiaram meu poder! Agora vão sofrer por isso! - Rugiu. -

- Atacaar! - Gritei, e comecei a atacar ele, agora com minha metralhadora a laser. Bonnort fez o mesmo. O porco pegou um cajado e começou a atacar a todos nós. Saíam bolhas que iam nós deixando doido com isso, estávamos ficando fraco, e ele sabia disso, mas ele também estava fraco.

Fiz minha ultima escolha, peguei uma bolinha brilhante que o Lamusta me deu, e joguei no porco voador, até com mais forçado do que era preciso. O porco voador caiu atordoado, e foi caindo andar por andar destruindo o chão. Transformei minha arma em uma espada de longo alcance e pulei no buraco.

- Scrr, vocês querem seu cristal? Toma! - O porco gigante sumiu em uma luz intensa verde que quase me cegou. -

No local que ele estava, vi uma pedra verde e brilhante.

- O cristal pessoal! Venham! - Gritei. -

Subi onde todos estavam, e encontrei Bonnort chorando, no local onde deveria estar Lamusta.

- O que aconteceu com ele? - Falei. -

- E..Ele caiu nas folhas, e sumiu em um clarão verde. Apareceu um portal, mas não tive coragem de ir. - Respondeu. -

Continua...

É, um capítulo bem triste né? O que será que aconteceu com Lamusta? Aguardem o próximo capítulo!

Sleep.