3# Space Guide | O Planeta Azul.

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O quê você faria, se descobrisse que você vai explodir em mil pedaços?
Esse quarto episódio, Bills vai ter de pensar bastante. Mas vai acabar sem conseguir pensar mais nada, além de rir e falar coisas aleatórias.

No ultimo capítulo, Bills fujiu da nave dos pôneis, e acabou pegando fogo rosa, e várias outras coisas.
Nesse capítulo, você vai ver a continuação, e descobrirá como salvar o planeta de Bills. Confira:

Sério, eu não aguentaria explodir em mil pedaços!

Essa foi minha primeira frase, ao descobrir a verdade de como salvar o Planeta. 
Bom, você não deve estar entendendo nada, irei lhe explicar tudo. Eu estava no restaurante-vomitado-em-portal comendo um peixe com tentáculos horríveis e anormais, quando Bonnort resolvo fazer uma pergunta desnecessária a Bonnort.

- Como vamos salvar o planeta terra? Quero ajudar, seja como for! - Falei. -

Passou-se vários minutos, onde Bonnort bebia sua sopa de tentáculos cortados finos, e perfeitamente proporcionais.. Mentira, uma sopa com tentáculos saindo do jarro.. Eca!
Depois de mais vários minutos, ele me respondeu. 

- Vamos visitar vários planetas, e coletar os necrômanticas habillis crystal. 

- Coletar o quê? - Perguntei. -

- Cristais de gelo, larva, vômito, ouro, diamante, fogo, água, metais derretidos que nunca endurecem e vários outro cristais. Sabe, objetos normais do espaço. 

- E como vamos pegar isso? 

- Fácil, temos de ir em planetas anciões e altamente protegidos, entrar nos locais mais escuros dele e coletar o cristal. Isso antes de morrer, claro, se acontecer.

- MORRER? Ninguém falou em morrer. 

- Bom, você disse que seja como for, você faria. Já passou o tempo de voltar atrás - Ele falou, calmo. - 

Bom, até agora está tudo bem. Se completarmos a missão, e o planeta for salvo dos Zartrox, eu posso retornar a minha vida normal de sempre. 
Que saudades do tempo em que eu ia para minha empresa telefônica, ligava para pinguins aleatórios e tomava o café gelado. 
Hoje eu só posso beber um tipo de água ruim, verde e quente. Eles intitulam isso de "Chá". Estranho né?

Mas até agora, só coisa "boa". Mas eu e minha boca grande.. Ops bico grande. Eu perguntei o seguinte:

- E o que vamos fazer com os cristais? 

- Bom, é bem complexo. Para os cristais funcionarem, precisaríamos de uma criatura que já habitou lá, ou habitava. Mas uma criatura bem mesquinha, e simplória. 

- Como assim simplória? VOCÊ ESTÁ ME CHAMANDO DE CRIATURA SIMPLES E BURRA?

-  Depende. - Bonnort falou com um sentido sarcástico. - Enfim, você é bem.. A cara do seu planeta. Na verdade vocês se parecem muito com os Zartrox, destroem toda a biodiversidade.
Mas enfim, iremos aos planetas e procuraremos eles. 

- Continue.. - Falei. -

- E no final, você provavelmente irá explodir em raios brancos, tudo isso para salvar seu planeta.

- Não.. Pod-e-e.. Se-er... - Gaguejei. - Eu até estava gostando do espaço. Não tem como eu ficar aqui não?

Foi aí que eu descobri que eu era mais medroso que as poninitinhas, os pôneis de festas teletransportadores.

- Claro que não! Ao menos se você queira deixar bilhões de pinguins morrer.

- Isso é uma opção?

- Não.

- Ok. - Falei, com um tom confuso. -

- Hoje vamos ao primeiro destino, primeiro cristal. - Ele falou. -

Comemos as nossas comidas-um-tanto-nojenta, e nos preparamos para ir até uma espaço-nave.

Bom, novamente tivemos de vomitar nossos próprios portais, eu já estava enjoado, mas tudo bem.
Nos teletransportamos para o local que precisávamos tanto, coisa que não ajudou tanto, e num piscar de olho aparecemos em um planeta roxo, onde um pinguim verde claro falava incansavelmente.

- [...] O meu dever como fundador e criador da Old Vistar, é proporcionar a vocês a maior dirigibilidade em sua nave, e com o maior conforto. Tudo isso para que vocês possam comer, comer e comer sem ao menos precisar dirigir a nave! - O pinguim falou. -

Atrás do pinguim existia um grande prédio com a logomarca "Old Vistar", e uma nave rodando o mesmo.
As cores do prédio eram bem chamativas, e fortes. Igual ao pinguim.

- Eu, Lamusta, prometo devolver o dinheiro, se sua nave não lhe agradar! - Continuou com um sorriso no rosto. -

- Quem é o carinha ali? Ele é da nossa espécie. - Falei. - Quer dizer.. Da minha espécie.

- Vamos lá, ele é nossa chave para os cristais! - Falou Bonnort. -

No final do Blá, blá, blá do pinguim chamado Lamusta, fomos até ele. Demorou para chegar nele, mas conseguimos.

- Lamusta, precisamos de sua ajuda! - Falei em uni-som com o Bonnort. -

- Calma.. Calma.. Calma.. Calma! - Ele falou, em um tom de pânico. - Um de minha espécie? Não pode ser.. Você deveria estar preso no nosso.. Quer dizer, seu planeta!

- Eu fugi, e agora preciso de sua ajuda. - Continuei. -

- Porque precisa de minha ajuda? - Retrucou. -

- Não sei. - Falei. - Porque precisamos da ajuda dele, Bonnort?

- Fale você. - Ele respondeu. -

- Mas eu não sei! Fale você.

- Eu estou tomando uma água suja.. Calma. - Falou, enquanto tomava um "chá". -

Ele bebeu, bebeu e bebeu, até que resolveu falar.

- Bom, precisamos que você pegue uma nave sua, e dirija até o planeta Arzuliotin, para salvar o seu planeta!

- Hã.. Roubar uma nave de minha empresa..? - Lamusta falou em tom medroso. - É para salvar o planeta.. né? Mas isso é errado!

- Tecnicamente não, as naves te pertence. São todas suas, e afinal, após você salvar seu planeta, você ficará rico e será considerado um herói! - Bonnort explicou. -

- É.. herói.. - Lamusta começou a ficar mais sorridente. - Vou ser o herói de nosso planeta? - Sorriu. -

- Sim!

- Que bom né? - Continuou. -

- Temos de ir, podemos pega-la agora? - Falei. -

Entramos sorrateiramente na empresa do Lamusta, coisa que parecia ridícula, pois estávamos acompanhados do Lamusta. Além de que iriamos pegar uma nave do Lamusta, e sair do planeta do Lamusta.

Quando entramos no salão gigante, encontramos várias naves, militares, velozes, resistentes e invisíveis (Não achamos essa.) Mas a que mais chamou a atenção foi a nave misisloveis, militar, veloz, resistente e invisível.
Ela estava sendo exposta no centro do salão, e anunciada como a única nave que pode atravessar paredes.

Pegamos ela, e logo entramos. Mas para a surpresa de todos, o Lamusta perguntou:

- Como vamos dirigi-las? Projeto milhares de naves por dia, não sei dirigir todas.. E essa é um projeto! Vale mais que a terra inteira.

- Caramba.. Heis o desafio. - Falou Bonnort. -

Logo eu peguei o livro Space Guide de Bonnort, abriu-o e comecei a ler o mesmo. COMO EU FUI BURRO! Eu esqueci que se você olhar ele muito tempo, você vai ficando burro.. Sorte que não me afetou muito, eu acho.
Mas eu só me lembro de esquecer várias coisas e ficar rodando e olhando as coisas e falando enquanto ria:

- Que engraçado! Haha! - Falei. -

Vamos trocar a narrativa né? Vocês não iriam querer ver um "Haha", sem narração alguma.

Estava uma cena bizarra, Lamusta construía um treco inteligente. Bonnort tentava segurar Bills, e Bills ria atoa.
Até que..

VRUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM Puff...

Logo a nave estava andando em alta velocidade, Bills caíra e ria, e Bonnort estava "beijando" o vidro da nave.. Pera, que vidro? Cadê a nave..?

A nave estava invisível, não totalmente, somente por fora.

- Lamusta, você é um gênio! - Bonnort falou.

- Haha, haha, gênio.. Gênio.. haha haha - Bills não parava de rir. -

Com o passar do tempo, todos podiam vislumbrar um planeta azul. Parecia bastante com a terra, exceto por que ele brilhava e era totalmente azul.

A nave foi perdendo altitude, até que o brilho ficou mais claro.. Na verdade, eram pontos luminosos que iam se aproximando.. Cada vez mais até que.....

BUUUUUUUUUUUUUUM!

- Um míssil nos atingiu! - Lamusta exclamou. -

A nave começou a ficar em zigue-zague, até que pousou.

- Se preparem, os Andrions virão até aqui.

Todos pegaram armas, quando digo todos, são todos os pinguins que estão com o cérebro no lugar.
O Bills no momento, é um peso morto, fizeram o mais obvio, empurraram o Bills para trás de uma pedra grande e deixaram ele lá, rindo atoa.

- Azlúlda Abrloxcri adrisionalidion bliblexionis! - Do nada vários seres com corpo de sereia apareceram com uma lança de três pontas... Um Tridente!

- Hã? - Falou Bonnort, apontado a arma para um Andrions. - Que-remos-um-cri-stal! - E começou a desenhar um cristal no ar.

- Lovíssonio slreiox aizbrixo - Os seres continuaram, até que.. - Analisando criatura simplória.
Espécie Pinguim, vindo da terra. Um altamente inteligente, outro possui conhecimentos. E um.. Error. Andrion I, analise essa criatura.

- Andrion não acha nada nele.. Ele emite sons estranhos e é altamente burro. - Falou o Andrion I. -

- Rejeitar criatura "unicelular", cujo nome é indefinido, e só usa 2% do cérebro para rir e falar coisas aleatórias. - Falou ambos os Andrions. -

Todos apontaram o Tridente para Bonnort e Lamusta, mas os Andrions estavam em uma posição errada. Um atrás do outro, logo o projétil de poder que saiu do tridente atingiu aos mesmo, e logo eles se desintegraram.
Apenas um Andrion sobrou, e ele começou a se duplicar, duplicar e duplicar, até cercar Bonnort, Lamusta e Bills.

- Droga! - Falou Bonnort e Lamusta na mesma hora. -

- Haha, haha! - Bills riu. -

Os Andrions prenderam todos, e levaram até seu quartel general.
Dava para ler o seguinte título: "Área 601, apenas soldados e Andrions permitidos podem entrar."
De certa forma, até Bills sabia que eles talvez iam morrer, ou ser presos.

Continua...

Bom, esse foi o 3º capítulo de Space Guide. O quê será que irá acontecer com Bills, Lamusta e Bonnort? Comentem o que acham, e esperem até o 4º capítulo para saber o que vai acontecer!

#Pinguinando

-Sleep